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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Falcoaria em Portugal já é Património Cultural Imaterial da Humanidade

A arte da Falcoaria em Portugal foi hoje, dia 1 de Dezembro, declarada Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, durante a 11ª reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que está a decorrer em Addis Abeba, Etiópia.
A delegação portuguesa, composta pelo presidente substituto da Comissão Nacional da UNESCO, Jorge Lobo de Mesquita; e pelo presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, Hélder Manuel Esménio - acompanhados pela Técnica Superior de História do Município, Patrícia Leite - mostrou-se muito satisfeita com a decisão da comissão de especialistas da UNESCO.
Para ilustrar a candidatura, o presidente da autarquia de Salvaterra de Magos deu a conhecer, às várias delegações da UNESCO, alguns utensílios de Falcoaria, entre eles uma luva de falcoeiro e três caparões.
Para Hélder Manuel Esménio "é muito gratificante ver esta candidatura aprovada, é o reconhecimento da sua qualidade e a demonstração de quando se definem objectivos, se reúnem saberes, se trabalha muito, muitas vezes os resultados são positivos, como foi este caso”.
“Já em 2014, porque a Falcoaria Real de Salvaterra de Magos é um dos principais cartões-de-visita no nosso concelho, é um património ímpar no nosso País e um dos poucos na Europa, registamos Salvaterra de Magos como Capital Nacional da Falcoaria”, explicou o autarca, acrescentando que “esta certificação pela UNESCO será com certeza mais uma oportunidade para promover o País, o Ribatejo e, em particular, o concelho de Salvaterra de Magos, tornando-o num apetecível destino turístico, onde a falcoaria se alia à natureza e ao Rio Tejo, permitindo ainda o desenvolvimento de actividades que reforcem a identificação da população local com a sua história e com o seu património material e imaterial, mantendo viva esta prática milenar que é a caça com falcão e que em Salvaterra tem já séculos de existência”.
A candidatura “Falcoaria. Património Humano Vivo” foi liderada pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, devido à autenticidade que o edifício da Falcoaria Real confere ao concelho, em parceria com a Universidade de Évora e a Associação Portuguesa de Falcoaria (APF), contando ainda com o apoio e colaboração da Entidade Regional de Turismo do Alentejo / Ribatejo.
Nas palavras do presidente da Entidade de Turismo Alentejo / Ribatejo, António Ceia da Silva, “a identidade é um valor determinante na diferenciação e certificação de um destino, logo o título agora conquistado pela Falcoaria em Portugal vem reforçar, junto dos mercados turísticos, a singularidade e diversidade de um Ribatejo que se posiciona pela excelência e singularidade”.
A Falcoaria, enquanto forma de caça, compreende a parceria entre homem e ave de presa para a captura de um animal selvagem no seu habitat natural, tratando-se de uma forma de caça ecológica, de baixo rendimento, que apela à comunhão com a natureza, procura a estética do lance de caça e cuja prática, a nível nacional, detém características únicas que mereciam o reconhecimento da UNESCO.
Pedro Afonso, presidente da Associação Portuguesa de Falcoaria, sublinha que “a inscrição da Falcoaria Portuguesa junto da UNESCO representa uma clara demonstração da importância e relevância desta forma de caça num mundo onde as práticas tradicionais se encontram fortemente ameaçadas pela pressão crescente da globalização”. O presidente da Associação defende ainda que “este é, não apenas, um momento histórico para a Falcoaria em Portugal, mas também uma oportunidade importante para a construção de medidas de melhoria a nível nacional”. A APF incita, por isso, “a uma reflexão sobre o trabalho que há a fazer para a promoção e desenvolvimento responsável da prática em Portugal”.
Filipe Themudo Barata, professor da Universidade de Évora, considera que “é muito agradável chegar ao fim de um projecto de equipa bem-sucedido, quando ele foi por todos reconhecido”.
Recorde-se que o processo de recuperação e valorização da Falcoaria Real começou há mais de 60 anos, quando este edifício é classificado como Imóvel de Interesse público em 1953 (Decreto n.º 39 175, DG, I Série, n.º 77, de 17-04-1953), obrigando a que a sua traça arquitectónica fosse mantida. Na década de 1980, a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos consegue comprar o edifício ao seu último proprietário privado, o Conde Monte Real, e no ano de 2009 volta a abrir as suas portas, completamente recuperado.
Actualmente, o espaço, local de cultura e lazer por excelência, recebe diariamente visitantes que podem conhecer pormenores sobre a construção do edifício e sobre a fixação da família real em Salvaterra. Ao mesmo tempo podem, com o acompanhamento técnico de um falcoeiro, tomar contacto com as cerca de 25 aves de presa de diferentes espécies que vivem permanentemente na Falcoaria Real, incluindo demonstrações diárias de baixo e alto voo.
A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos está empenhada em promover a Falcoaria Real, bem como a prática deste tipo de caça, contando com o apoio da Universidade de Évora e da Associação Portuguesa de Falcoaria para desenvolver actividades que possam dar continuidade a este trabalho. O Município pretende também que Salvaterra seja um local assíduo para todos os falcoeiros e para novos praticantes, para quem queira aprender mais sobre esta prática e para quem tencione estudar e aprofundar conhecimentos sobre a temática.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Nuno Filipe Rodrigues é candidato à Associação de Atletismo de Portalegre

Nuno Filipe Rodrigues
Surgiu uma lista para o acto eleitoral da Associação de Atletismo de Portalegre. Segundo avançou esta tarde o Professor de Educação Física a leccionar na Escola Básica José Régio, e atleta especialista em competições de Fundo e Trail, Nuno Filipe Rodrigues, vai a votos alegadamente apoiado pela maioria dos clubes do distrito entre os quais a Escola Básica José Régio que é a proponente da lista.
A lista por si encabeçada contará com uma equipa de cerca de 22 nomes, para os diversos órgãos sociais, onde se incluem individualidades dos vários clubes do distrito, atletas, pais e encarregados de educação, bem como profissionais da área do Desporto, Direito, Contabilidade e fiscalidade, juízes-árbitros e outros. Têm como objectivos mudar a face do Atletismo portalegrense; modernizar a estrutura associativa; enriquecer a formação e competição distrital, criando bases sólidas para um desenvolvimento sustentado da modalidade; promovendo o aparecimento e criação de novos clubes e aumento de praticantes entre outros, voltando a colocar Portalegre no mapa do Atletismo português.
As eleições para a Associação de Atletismo de Portalegre decorrem no inicio do mês de Dezembro dia 2, data anterior às eleições na Federação Portuguesa de Atletismo.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Associação dos Bombeiros Voluntários de Arronches vai comemorar o 37º Anivversário

A Associação dos Bombeiros Voluntários de Arronches vai comemorar o 37º Aniversário ao serviço da população do Concelho de Arronches e do país.
Será no dia 17 de Dezembro com um programa comemorativo, que terá inicio pelas 9h45 com o hastear da bandeira no quartel com formatura geral. Seguindo-se a recepção às individualidades convidadas com Parada no Quartel e uma sessão solene no Auditório do Centro Cultural de Arronches, onde serão entregues "Medalhas de Assiduidade" a bombeiros.
A comemoração terminará com um almoço de confraternização no quartel com entidades convidadas, bombeiros, funcionários e familiares.
A associação conta com o apoio da Câmara Municipal de Arronches, para a comemoração desta efeméride.

"Tempo de Ajudar", uma iniciativa da "Delta|Tempo para Dar" e do Intermarché

A Delta Cafés através da "Tempo para Dar", leva a efeito de 18 a 27 de Novembro mais uma iniciativa "É Tempo de Ajudar", em que um simples gesto faz toda a diferença.
Esta campanha em parceria com o Intermarché, está a ser desenvolvida nos supermercados de Campo Maior, Elvas, Portalegre, Mação, Vila Viçosa, Estremoz, Évora, Redondo, Arraiolos, Viana do Alentejo, Alcácer do Sal, Aljustrel, Castro Verde, Beja, Ferreira do Alentejo, Moura, Serpa e Sines.

domingo, 20 de novembro de 2016

Goreti Carmo Ferreira apresentou no Centro Cultural de Arronches o seu primeiro livro

A Biblioteca Municipal instalada no Centro Cultural de Arronches foi o local escolhido por Goreti Carmo Ferreira, para a apresentação do seu primeiro livro "Chave do Abismo".


Paulo Afonso, representante da editora, afirmou que foi um gosto assumir este compromisso com a escritora, mesmo sendo esta a sua primeira obra. Isto porque ao ler os textos que lhe foram apresentados, teve a convicção que naquele "Chave do Abismo", havia muita coisa entre esses abismos, que eram histórias vividas pela autora; que eram memórias vividas transcritas para o papel e que guardavam muito de Arronches. Verificou também, que Goreti tinha um aptidão natural para a escrita e, mais tarde, acabou por saber que igualmente para a pintura.
A Presidente da Câmara Municipal de Arronches, manifestou o apreço por Goreti Carmo Ferreira, não sendo de Arronches mas, com fortes ligações familiares a esta vila, tivesse escolhido fazer aqui a apresentação deste seu primeiro livro. Frisou que "arronchenses ou não, todos são bem-vindos a esta terra para nos trazerem, como no caso presente as suas obras".
Foi quase que um diálogo familiar com que Goreti Ferreira apresentou o seu livro. Convidou todos a descobrirem nas suas páginas as suas recordações, muitas delas tendo como pano de fundo a Vila de Arronches. Falou dos seus familiares, das suas traquinices quando criança e que vinha passar a Páscoa a Arronches. Com a sua filha, presente na mesa, manteve um diálogo enternecedor, sobretudo, quando a pequena apontou para uma cadeira vazia, dizendo que ali devia estar o avô.

Sintetizando. Goreti resumiu assim o porquê de escolher Arronches: É que para ela, Lisboa a grande capital é de todos, ao passo que Arronches é só dela.









“Castanha da “Casa do Concelho de Arronches em Lisboa voltou à Vila…à casa mãe

A Casa do Concelho de Arronches em Lisboa organizou um ano mais, a tradicional "Castanhada" para os seus associados e amigos. De Lisboa viajaram até Arronches em autocarro e viaturas particulares, arronchense e amigos, entre eles representantes de outras congéneres como do Concelho de Tondela, Ferreira do Zêzere, Alvaiázere e Associação das Casas Regionais de Lisboa.
Estiveram presentes a Presidente da Câmara Fermelinda Carvalho, os vereadores do pelouro da cultura, José Bigares, Gil Romão do P.S., a Provedora da Santa Casa da Misericórdia, Deolinda Pinto, os Presidentes das Juntas de Assunção e Mosteiros, respectivamente José Louro e José Trindade, Nuno Amaral, membro da Junta de Assunção e o ex-vereador João Galão. A "Castanhada" teve lugar em Arronches, nas instalações dos "Celeiros" pelas 13 horas de ontem, dia 19 e reuniu cerca de duas centenas de pessoas.
Começou com um almoço de confraternização (servido pelo Restaurante "O Caeiro"), animação musical a cargo do acordeonista Gonçalo Barata e a participação do imitador, músico e humorista João Canto e Casto, que proporcionaram ainda alguns pézinhos de dança e boa disposição.
João Luís Feiteira, Presidente da Casa de Arronches agradeceu a presença de todos os arronchenses ou não, realçou a presença das duas congéneres que se deslocaram a Arronches para este convívio e com o desejo que todos saíssem desta Vila com uma grata recordação de um dia bem passado.
A Presidente da Câmara, Fermelinda Carvalho, registou com agrado mais esta “castanhada” realizada em Arronches pela Casa que representa o concelho na capital; realçou o trabalho que esta direcção tem vindo a desenvolver e que podem contar com o apoio do Município. Terminando por desejar a todos um óptimo convívio.
Como seria de esperar a "Castanhada", as quentes e boas, acompanhadas da água-pé, colocam um ponto final em mais esta iniciativa da Casa do Concelho de Arronches na capital do país, ficando no ar estar aqui presentes no próximo ano.







sexta-feira, 18 de novembro de 2016

A Marcha pelo regresso do comboio da Linha do Leste,arrancou hoje em Arronches com destino a Santa Eulália

O “comboio” ecologista dos Verdes que tem vindo a percorrer a pé, a distância entre Portalegre e Elvas, em defesa do retorno do transporte de passageiros à Linha do Leste, partiu hoje cerca das 14 horas de Arronches, com destino a Santa Eulália, freguesia do concelho de Elvas. Em Arronches, antes da partida na Praça da República foram recolhidas algumas assinaturas por parte da população no “Livro de Viagem” que acompanha Os Verdes nesta trajectória e que serão posteriormente entregues ao Ministro do Planeamento e Infra-estruturas.
O N.A. acompanhou a Marcha dos “Verdes” até à estrada que os levaria a Santa Eulália, os quais aproveitaram para uma foto na rotunda em que a escultura do porqueiro com os suínos é símbolo daquilo que "foi uma actividade importante em Arronches e, para isso o comboio de mercadorias prestava um serviço inestimável", recordaram.

QUEREMOS O COMBOIO DE VOLTA AO DISTRITO DE PORTALEGRE

"O distrito de Portalegre foi servido, durante perto de século e meio, pela Linha do Leste e por outros ramais que garantiam o transporte de passageiros e de mercadorias nomeadamente na ligação a Lisboa e a Espanha. Mas uma após outra, estas ligações ferroviárias foram encerradas, tendo sido a Linha do Leste a última, em 2012", afirmam "Os Verdes" no panfleto que distribuem às populações.
O Partido Ecologista “Os verdes” do Distrito de Portalegre, pretendem com esta Marcha pelo regresso do comboio à Linha de Leste porque “passado um ano sobre a deliberação da Assembleia da República, não há razão para continuar a adiar a reposição do serviço de passageiros em todo o percurso da linha, tanto mais que este adiamento tem impactos muito negativos para a vida das populações e para o desenvolvimento do Distrito de Portalegre”,concluem.





quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Assembleia Geral Ordinária no Centro Social de Mosteiros

O Centro Social de Mosteiros convoca para o próximo dia 26 de Novembro, pelas 19 horas a sua Assembleia Geral Ordinária com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1 - Apreciação e votação do orçamento e Programa de Acção para o ano seguinte, bem como do parecer do Conselho Fiscal.
2 - Outros assuntos de interesse para a Instituição.
Nos termos dos estatutos se à hora marcada não houver quórum, a Assembleia reunir-se-à meia hora depois com qualquer número de presenças.

Balões de ar-quente, promovem Monforte

A operacionalidade de mecanismos especialmente concebidos para produzir medidas que contribuam para valorizar e promover os recursos turísticos das regiões constitui uma das principais estratégias usadas pela generalidade dos Municípios portugueses e demais organismos com actuação nessa área de modo a fazer aumentar o número de visitantes e, daí, conseguir estimular diferentes empreendimentos, públicos e privados, que se repercutam nos respectivos índices de desenvolvimento desses territórios.
De entre as autarquias que mais intercedem para captar certos investimentos, encontra-se a Câmara Municipal de Monforte enquanto agente local que tem logrado imprimir essa dinâmica.

“Portanto”, afirmou em declarações Gonçalo Lagem, o Presidente do referido Município, “quaisquer iniciativas cujos objectivos convirjam para esse propósito têm merecido invariavelmente da parte deste executivo não só o atendimento a que no âmbito das suas competências está obrigado mas, em muitos casos, um interesse acrescido para, conforme já se verificou, garantir que determinadas intenções de investimento não fujam para outras zonas”.

Concerto “El Flamenco y su Brillante Mundo” em Campo Maior

Sob o título “El Flamenco y su Brillante Mundo”, o espectáculo é uma iniciativa descentralizada do Festival Flamenco de Lisboa e conta com a participação do cantor El Levita, dos guitarristas Javier Conde e Jose A. Conde e do percussionista Luis de Jerez.
Terá lugar no Auditório Centro de Ciência do Café (CCC), na Herdade das Argamassas, em Campo Maior, pelas 18h00 do próximo sábado, 19 de Novembro e resulta da parceria entre o Festival Flamenco de Lisboa, o Centro de Ciência do Café e a Delta Cafés.
Os bilhetes, ao preço único de 10 euros, podem ser adquiridos no C.C.C., de forma antecipada ou no dia do concerto.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Lagar de Arronches já recebe azeitona da presente campanha

O Lagar de Arronches que foi adquirido recentemente pela empresa Fernandes & Henriques, Lda, com outras unidades industriais no país, abriu as suas portas para a compra de azeitona.
O lagar situado na Zona Industrial de Arronches tem capacidade para processar diariamente cerca de 45 toneladas de azeitona e dispõe de moderno equipamento.
O lagar pode ser contactado através do telefone 912 746 785, ou no próprio local pelos interessados.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Arronches - Aquecem os ânimos nas Reuniões de Câmara

A Reunião de Câmara que teve lugar ontem no Salão Nobre dos Paços do Concelho, foi sinónimo (mesmo que os políticos digam que não) de que entrámos em pré-campanha eleitoral. Aqueles assuntos por vezes consensuais, ou a forma amistosa de aceitar sugestões, passaram a ter o plus de alguma “agressividade” no léxico dos membros de uma Câmara em que, ao fim e ao cabo, todos prometem o mesmo: O melhor para os arronchenses.
O que é certo, é que começaram a ouvir-se expressões como “empurrar com a barriga para a frente” ou mesmo “se esta Câmara fosse uma Câmara decente”, expressões que até aqui não eram proferidas.
De uma forma resumida, até porque não nos compete fazer juízos de valores (políticos), a reunião resumiu-se a duas questões. A primeira que se arrastou demasiado e onde a troca de “mimos” foi mais acentuada, prendeu-se com a atribuição de um subsídio ao Centro Republicano Arronchense, para terminar as obras da sua nova sede. Para a mesma questão duas proposta. A primeira do Partido Socialista, através dos seus vereadores Gil Romão e Carlos Rodrigues para a atribuição de um subsídio no valor de 15.000,00€, e constando nessa proposta que até aqui, o executivo nada tinha feito para resolver esta situação. A segunda apresentada pela Presidente Fermelinda Carvalho, cujo valor era de 13.000,00€. A autarca apresentou esta proposta com este valor, dizendo basear-se na conversa tida anteriormente com o responsável do C.R.A, o qual lhe disse serem necessários apenas 11.000,00€ e que ela lhe propôs serem 13.000,00€, pois podia aparecer algum imponderável. Depois de muitos argumentos esgrimidos, entre eles o passado do C.R.A. ; a diferença entre sentir os problemas desta instituição por parte do executivo (Presidente e Vice-presidente) não serem de Arronches, como afirmou o vereador Gil Romão, houve um pouco de tudo. Como resposta a esta suposta acusação, Fermelinda Carvalho disse que “não sendo de Arronches, sente os problemas como qualquer arronchense e que os eleitores legitimaram nas urnas por duas vezes a sua presidência da Câmara de Municipal Arronches. Nesta reunião a empresa Arquipélago fez a apresentação/exposição ao executivo, sobre a próxima Revisão do Plano Director Municipal.
(Ler mais na edição em papel de Novembro, bem como o leitor pode ver posteriormente a reportagem em vídeo desta reunião)